Doenças respiratórias provocam prejuízos para pecuária leiteira

Atualmente o Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo, com aproximadamente 198 milhões de bovinos. Apesar dessa grande dimensão, a pecuária brasileira de corte e de leite ainda apresenta baixa eficiência. Portanto, é imprescindível a intensificação dos sistemas de produção para maximizar os resultados nas propriedades.

Nesse contexto, os sistemas de produção intensivos vêm crescendo em todo o território brasileiro. No entanto, situações de estresse como alterações climáticas, alta taxa de lotação e mudanças abruptas no sistema de criação podem comprometer a imunidade dos animais. Assim, os mecanismos de defesa do trato respiratório ficam comprometidos, o que favorece a proliferação de agentes patogênicos e o estabelecimento de enfermidades respiratórias.

Na pecuária leiteira, as enfermidades podem acometer todas as fases de produção. Diante disso, grandes prejuízos econômicos são atribuídos à redução no desempenho produtivo e aos altos custos com tratamentos dos animais acometidos.

As doenças respiratórias observadas nos bovinos são causadas por vírus, bactérias ou por uma combinação desses agentes. Em condições normais, o sistema respiratório impede a entrada de agentes lesivos ou os removem. Porém, fatores ambientais predisponentes como alta taxa de lotação, poeira e ventilação inadequada funcionam como agentes depressores do sistema imune e, simultaneamente, podem propiciar à propagação de agentes patogênicos entre os animais.

A cura microbiológica depende da severidade da infecção e do agente envolvido. Nos casos mais avançados pode ocorrer até mesmo comprometimento permanente do sistema respiratório. O animal pode sobreviver, mas terá o desempenho prejudicado devido à redução da capacidade respiratória. Dessa forma, a eficiência do tratamento está diretamente associada à agilidade na identificação de indivíduos doentes e na escolha da terapia antimicrobiana mais efetiva.

Antimicrobianos de alta potência e que tenham facilidade para entrar no sistema respiratório devem ser os escolhidos para o tratamento. Também é importante fazer associação com anti-inflamatório para que o animal possa voltar a produzir mais rapidamente. Pensando nisso, a Ourofino tem o protocolo de tratamento ideal utilizando Resolutor® e Maxicam 2%.

Fonte: http://lebct.com.br/459c5

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